13 de abril de 2018

Desculpas para mim mesma

"Of all the people I've hurt, I've hurt myself the most; I owe myself an apology". 

Já parou pra pensar no quão grosso(a) e estúpido(a) a gente consegue ser com nós mesmos? Isso sem sentir nenhum vestígio de culpa. Quantas vezes nos auto sabotamos com pensamentos negativos em momentos inapropriados, nos cobramos para sermos melhores quando, na verdade, já estamos dando tudo o que podemos, ou nos sentimos péssimos porque nos convencemos de que não somos bons o bastante. Esse tipo de comportamento destrutivo é completamente nossa responsabilidade e tem o poder de nos machucar até mais do que atitudes alheias. Afinal, é dentro de nós que as batalhas mais difíceis e doloridas acontecem. 

Por isso, no dia de hoje, reflita sobre tudo isso e peça desculpas para você mesmo(a) por todas as vezes que não foi uma companhia tão agradável. Prometa que vai se esforçar para ter um relacionamento mais saudável, reconhecer as qualidades e pontos fortes, respeitar os defeitos, ser menos duro e crítico, e cuidar com carinho. Tudo o que você queria que os outros fizessem por você, faça pela pessoa mais importante da sua vida. No fim das contas, é ela quem realmente importa. 
9 de abril de 2018

Vamos fazer listas?


Recentemente, fiz um post aqui no blog falando de uma das minhas inúmeras listas, a chamada "lista do bem", com coisas que me fazem feliz. Claro que, como uma boa apaixonada por organização, essa não é a única que eu tenho. Confesso que algumas não são tão necessárias assim, mas ei, todo mundo tem direito a loucuras e esquisitices. Mas outras me ajudam, e muito, a deixar em ordem aspectos essenciais para mim. Por isso, decidi compartilhar um pouco do que eu gosto de enumerar e deixar guardadinho e controlado no meu caderno, para te ajudar caso você esteja pensando em também se render a esse mundo. Mas já aviso: é um caminho sem volta! Quando você menos percebe, está querendo fazer listas de tudo quanto é coisa. 




6 de abril de 2018

Isso nosso sorriso não mostra


"Isso o Facebook não mostra". Quantas vezes falamos isso quando ouvimos uma má notícia sobre alguém que parece tão resolvido e em paz no mundo virtual, mas na verdade tem problemas reais como o resto das pessoas. É um conforto para o nosso coração saber que, ao contrário do que nossas redes sociais parecem querer nos convencer, não somos só nós que temos dias ruins e que estamos presos em uma rotina cansativa enquanto o resto dos seres humanos estão curtindo uma viagem incrível, morando em um lugar dos sonhos ou sendo extremamente feliz todo santo dia. Não é bem assim: Mark Zuckerberg pode estar a par de muita coisa sobre a nossa vida, mas ainda não sabe sobre medos e inseguranças que preferimos manter longe das postagens. 

Mas a questão é que, mesmo fora dos alcances da Internet, existem sentimentos sendo escondidos o tempo todo. Da mesma forma que não compartilhamos uma angústia persistente com nossos seguidores do Facebook e Instagram, não o fazemos com amigos e familiares, porque é difícil encontrar alguém que esteja disposto a ajudar em qualquer momento que você precise, mesmo que a única coisa que você esteja pedindo é um bom ouvido e um ombro para chorar. A verdade é que todo mundo está se fechando na sua própria bolha de preocupações e problemas para resolver, e você acaba não tendo outra escolha a não ser seguir a tendência e se isolar também. 

No começo, guardar o que você sente pra você mesmo é bem ruim. Depois, infelizmente, vai ficando mais fácil. Um dia, você percebe que acordou péssimo porque teve um pesadelo horrível e está cheio de pendências para resolver, mas consegue conviver com as pessoas da mesma forma que faria se tivesse levantado de bom humor. Vira automático. Ninguém nem imagina o que está acontecendo aí dentro.

Então, antes de criticar quem vive postando nas redes sociais que está bem o tempo todo e aumentando o mal-estar geral e a ansiedade alheia, lembre-se que todos nós estamos escondendo nossos verdadeiros sentimentos por trás de uma foto com vários filtros e de um sorriso nada sincero. Fazendo isso, alimentamos um ciclo sem fim, em que ninguém está feliz de verdade e não consegue se dar o luxo de mostrar isso para o mundo porque tem medo da sua própria fraqueza. Um cenário desesperador que só pode ser quebrado com a coragem de assumir nossos dias ruins e com a compreensão e empatia pelos desafios dos outros. Simples assim. 
4 de abril de 2018

Mensagem rápida para o meio da semana

"Não se esqueça: beba água, tome sol e, se possível, faça terapia. Você é tipo uma plantinha, mas com emoções complicadas". 


Beba bastante água, porque a gente sempre acaba esquecendo. Alongue-se sempre que possível. Respire ar puro. Fique próximo da natureza. Evite olhar o Stories alheio várias vezes durante o dia. Faça uma visita a uma livraria só para sentir o cheiro dos livros. Escreva em um diário para entender os seus sentimentos e como eles mudam durante a semana. Mexa o corpo. Faça terapia para organizar esse turbilhão de pensamentos que te afogam. Tenha uma boa conversa com alguém que sabe te ouvir de verdade. Tome sol e não deixe de passar filtro solar. Tire uma soneca à tarde, logo depois do almoço. Vá ao cinema, sozinho ou acompanhado. Monte uma playlist com as suas músicas favoritas e escute no carro. Dance sem ninguém estar olhando. Compre um presente para você, pelo simples fato de que você merece. Coma mais frutas e vegetais. Medite. 

Viu só? Se as plantinhas precisam de água, sol, adubo e carinho pra crescer, você só precisa de um pouquinho mais do que isso pra florescer. 
2 de abril de 2018

Autocoaching: seus momentos


Por mais complexo que possa parecer o processo de autoconhecimento, existem técnicas simples que podem te ajudar a se sentir mais íntimo e próximo de você mesmo. Uma delas começa com a seguinte pergunta: em que momentos você se sente "mais você"? Aqueles em que, não importa o que esteja acontecendo no mundo a sua volta, você se sente em paz e com a mente temporariamente desligada. 

Talvez algumas atividades já tenham aparecido quase que automaticamente na sua cabeça: escrever, caminhar, correr, dançar, cantar, desenhar, enfim, esse tipo de hobbie que muitas pessoas recorrem quando precisam relaxar e esquecer dos problemas. Mas, se você não se identifica com nenhum deles, sempre há tempo de descobrir algo que te distraia e, consequentemente, te aproxime mais da sua essência, pois quando as exigências do cotidiano são deixadas de lado, conseguimos entrar mais profundamente em contato com o que somos de verdade e refletir sobre os caminhos que estamos trilhando. 

Então, nas pausas do seu dia, dedique-se a encontrar o que te faz bem, nem que seja para arriscar a tentar coisas novas. Sem sair de casa, você pode, por exemplo, pintar, completar livros interativos (meus favoritos!), montar um scrapbook com itens de papelaria, personalizar suas roupas e outros trabalhos manuais no geral. Agora, se você prefere ir para a rua, existem possibilidades como praticar esporte, começar uma aula de dança, aprender a tocar um instrumento e fazer um novo curso. Use a criatividade e não se esqueça que, quando você se conhece mais e aproveita a própria companhia em atividades que gosta, o dia a dia se torna bem menos maçante. 
30 de março de 2018

Estudos do bem


Desde o momento em que entramos na nossa primeira escola, iniciamos um ciclo de estudos que tem como principal objetivo conquistarmos sucesso profissional no futuro. Assim, nos dedicamos aos livros e apostilas, decoramos fórmulas e fatos históricos, fazemos provas e trabalhos, prestamos um exame para conseguir entrar na faculdade desejada, inauguramos uma nova e diferente fase de aprendizados que inclui os primeiros estágios e experiências na profissão que escolhemos, finalizamos depois de alguns anos para, por fim, entrarmos no mercado e começarmos a construir nosso currículo. Mas quase nunca acaba por aí: muitos investem em cursos e pós-graduações, e continuam procurando novas maneiras e conhecimentos para agregar cada vez mais valor ao que podemos oferecer. 

O problema é que, nesse ciclo que se abre quando somos pequenos e perdura por uma grande parte das nossas vidas, deixamos de lado algo tão importante quanto se transformar em um profissional bem-sucedido: se tornar uma boa pessoa. Nem sempre nascemos com capacidades como empatia, atenção, gentileza e respeito, e ainda assim, não vamos atrás de desenvolve-las. Estamos muito ocupados pesquisando as tendências do mercado para os próximos anos para nos preocupar em treinar atividades como escutar os outros, dar conselhos, fazer-se presente sempre que possível e sentir a dor de quem a gente ama como se fosse nossa própria. Conquistamos nossos mestrados e doutorados, ganhamos prêmios e títulos, mas não temos know-how em simplesmente dar um apoio a um amigo que precisa, ou separar uns minutos do dia para alguém da família que está se sentindo esquecido. Na nossa pressa de sermos melhores que os outros, esquecemos que os outros não precisam ser superados, mas cuidados. 

Claro que dá pra culpar o sistema em que vivemos por isso. Mas só em partes, pois é completamente possível fazer a nossa parte. Prestar mais atenção em como estamos tratando as pessoas a nossa volta. Tentar ser mais educados e tolerantes. Praticar mais as boas ações. E, porque não, ler livros, artigos e notícias relacionados ao comportamento humano, que nos ajudam não apenas a entender melhor nossas ações e sentimentos, como também os dos outros. Afinal de contas, se estudamos para ter sucesso na vida profissional, também podemos nos dedicar a trazer mais felicidade e bem-estar para o mundo a nossa volta. 
28 de março de 2018

Meus vídeos favoritos!


Se tem uma coisa que eu admito, é que sou um tanto quanto viciada em ver vídeos no Youtube. Contudo, não é por isso que não sou criteriosa: sempre que estou no site, não assisto qualquer coisa que apareça na minha frente, mas sim conteúdos que vão me acrescentar alguma coisa, seja por meio de uma reflexão, uma risada ou uma distração rápida para eu poder voltar aos meus afazeres com a cabeça menos cansada. Por isso, mantenho uma lista dos meus vídeos favoritos, aqueles que já assisti diversas vezes e sei que eles vão me fazer bem de diferentes maneiras em momentos que preciso. Isso se chama usar a tecnologia a nosso favor. Hoje, decidi compartilhar alguns deles! Vamos lá: 

1. Jout Jout - A falta que a falta faz
Se você não assistiu esse vídeo quando ele viralizou há um tempo, assista agora. São quase nove minutos de uma reflexão sobre o ser humano e sua eterna convivência com as faltas. Não tem como não se identificar. 



2. Desafio da Rima - Depois das Onze
Achar algo engraçado é bem subjetivo. Mas, na primeira vez que assisti esse vídeo, chorei de rir. Por isso, queria compartilha-lo. Continuo voltando pra ele quando sinto que minha vida precisa de um pouco de leveza. Sem falar que sou fã das meninas do Depois das Onze. 




3. P!nk Accepts the "Michael Jackson Video Vanguard Award" | 2017 VMAs - MTV
Você quer um discurso que fala sobre a importância de você se aceitar exatamente do jeito que é? Com vocês, P!nk. Falou pouco, mas falou lindamente bem. 



4. Lip Sync Battle - Tom Holland - Comedy Central Latinoamérica 
Tom Holland dançando "Umbrella". Preciso falar mais alguma coisa? 




5. Ed Sheeran Carpool Karaoke - The Late Late Show with James Corden
Sou muito fã desse quadro que o James Corden faz com diferentes artistas. Você descobre mais sobre a personalidade e a história de cada um e escuta eles cantando "ao vivo", fazendo coreografias e dando risada. Uma entrevista nada convencional.