16 de janeiro de 2017

Curtir o caminho


Os apaixonados que me perdoem, mas eu nunca gostei de avião. Se meu estômago fosse um pouco mais forte, talvez eu conseguisse aproveitar mais os diferentes filmes e séries disponíveis na TV, a famosa comidinha servida e o simples fato de se estar começando mais uma aventura. Acontece que tudo isso fica meio obscuro quando a minha última refeição começa a dar saltos mortais dentro de mim. 


Por isso, toda a mágica que envolve a transição do nosso cotidiano para os dias nada comuns de uma viagem está sempre, para mim, nos aeroportos. Eu adoro, e não porque eu sou particularmente inspirada por todo o clima de histórias e emoções diferentes em um mesmo lugar (apesar desse texto ter sido escrito em um), mas sim porque existe toda uma expectativa e uma ansiedade gostosa (a única que eu gosto de sentir) de se estar esperando por algo tão esperado (permissão para a repetição proposital de palavras). Nem os eventuais estresses e o medo de dar tudo errado conseguem ser maiores do que esses sentimentos (pelo menos na maioria das vezes; e aqui eu encerro os parênteses desse texto). 

A verdade é que eu amo a possibilidade de se esperar por algo incrível que está por acontecer. Hoje em dia, as pessoas não sabem mais apreciar esses raros momentos de transição. Querem chegar logo no destino, curtir logo o show e andar logo na montanha-russa. De forma mais ampla, na nossa louca vida contemporânea, focamos demais onde queremos chegar sem curtir o caminho e a expectativa do que está por vir. Uma pena. 

Como toda boa ansiosa, não posso dizer que sou a melhor pessoa do mundo no quesito espera. Mas posso dizer que adoro aquela inquietação gostosa de saber que algo fora do comum está me esperando logo em frente. Isso me motiva a viver os dias que me separam desse algo com mais ânimo. 

Assim, quando descobri que o Simple Plan viria pro Brasil e comprei em seguida os ingressos, fiquei 123 dias esperando por eles e tendo surtos de alegria cada vez que lembrava que iria pela primeira vez em um show de pista premium. Quando resolvi que iria conhecer a Martha Medeiros em São Paulo, foram duas semanas que ganharam um brilho especial da ansiedade de conhecer uma das minhas escritoras favoritas. Quando meu pai confirmou nossa viagem pra Portugal, mais dias de alegria pela frente. 

E assim vai. De momento em momento, vamos saltitando de um para o outro sem deixar de curtir cada dia da nossa contagem regressiva. Afinal, é como dizem por aí: felicidade é uma forma de viajar, e não um destino. Então, vamos ser felizes durante todo o caminho.
10 de janeiro de 2017

A paz que vem de dentro


Mesmo um coração inquieto como o meu recebe de benção de vez em quando um dos sentimentos mais gostosos que existem. Aquele que vem chegando devagarzinho e, sem pressa, sussurra no nosso ouvido: pode ficar tranquila, está tudo bem. O nome disso? Paz interior. Aconteceu comigo várias vezes aqui em Portugal. A mais gostosa de todas, porém, chegou em um dos lugares mais lindos que já vi em toda a minha vida: a Sé de Porto. 


Enquanto admirava a riqueza dos detalhes e a grandiosidade das obras e escutava aquela típica música de igreja que vinha dos fundos, a combinação de todos esses encantos produziu em mim a maravilhosa sensação de que existe, sim, algo muito maior do que todos nós, algo que está sempre olhando por mim e guiando meus passos. Não que eu já não acreditasse profundamente nisso, pois acredito desde que me conheço por gente. Mas, no meio das dores cotidianas, é muito fácil entrar em desespero e esquecer que, aconteça o que acontecer, Deus está sempre olhando por nós. 

Porque Ele está. E, de vez em quando, Ele se faz mais presente do que o normal em nossos corações para nos lembrar disso. Sorte a minha que, dessa vez, o ambiente foi propício para manter essa paz durante muito tempo. Ela me acompanhou nos próximos dias do passeio, e consigo até agora sentir seus efeitos. 

Ali, no meio de um teto que parecia não ter fim, eu me senti pequena, protegida e capaz de qualquer coisa, porque todas aquelas imagens lindas estavam caminhando comigo e me dando forças pra continuar. Foi um dos momentos mais marcantes da minha viagem e, com certeza, da minha vida. E, claro, eu precisava compartilha-lo e eterniza-lo aqui. 
6 de janeiro de 2017

O maior perigo

"Em meio a essa fase inúmeras vezes eu me sabotei e uma das coisas que eu com convicção afirmo que aprendi, foi que nós somos tão perigosos para nós quando as outras pessoas". - Nayandra

Quando eu digo que a Nayandra, do blog Último Biscoito, é uma das minhas inspirações como escritora, é não só porque temos uma visão de mundo muito parecida, mas porque ela escreve coisas que fazem completo sentido quando eu aplico na minha vida. Semana passada ela postou um texto (esse aqui) em que ela escreveu a frase acima. Na hora, uma luz se acendeu na minha cabeça.

Quantas vezes no ano passado eu também me sabotei e me impedi de ficar feliz por causa de besteiras. Quantas vezes eu deixei que uma simples decepção me impedisse de continuar tentando. Quantas vezes fiquei mal por algo que eu sabia que não tinha porque, mas mesmo assim deixei que minha cabeça argumentasse comigo e me convencesse que sim, eu deveria ficar triste. 

Fiquei me questionando sobre tudo isso e cheguei a conclusão de que o maior perigo para mim mesma não são as outras pessoas, mas sim os meus pensamentos desgovernados que não só criam problemas onde não existem, mas me impedem de aproveitar determinadas situações e de ir atrás daquilo que eu quero. E isso não vai mais acontecer. Controlar uma cabeça que funciona a mil por hora é uma das tarefas mais complicadas que existem, mas não é por isso que eu não posso tentar. Afinal, deixar que ela continue funcionando do jeito que quer vai me fazer reviver todas as coisas que me prejudicaram em 2016.

E está aí uma das minhas metas que eu estou mais disposta a cumprir: não sofrer pelas mesmas coisas de sempre. 
4 de janeiro de 2017

A coragem de admitir que não está tudo bem


Uma olhada rápida nas redes sociais das pessoas nos faz perceber que, pelo menos no mundo virtual, todo mundo segue o conselho de ser feliz com as pequenas coisas. Afinal, tudo vira motivo de foto, que vem acompanhada de emojis, ilustrações e milhões de filtros diferentes para mostrar o quanto estamos curtindo o que a vida nos oferece. Acho que isso seria extremamente benéfico se conseguíssemos levar tal entusiasmo para além do Facebook, Instagram e Snapchat e materializa-lo na vida real. Mas é uma pena que, depois da foto ser feita e postada, é hora de reclamar da vida e sofrer por coisas minúsculas. 

O fato é que todo mundo é feliz nas redes sociais porque elas nos dão a possibilidade de mostrar apenas o que a gente quer. E se nós, meros mortais, temos essa necessidade de mostrar o quanto estamos felizes, imagine os youtubers. Eles compartilham cada passo que dão (alguns mais do que os outros) e cuidam para manter uma imagem de positividade e ânimo o tempo todo para as pessoas que os acompanham. 

Mas acontece que ninguém está bem o tempo todo. Mesmo os afortunados apanham da vida de vez em quando. Por isso, eu admiro os poucos youtubers que já fizeram vídeos admitindo que também são seres humanos e possuem suas falhas e momentos tristes. Afinal, o que nos aproxima desses profissionais do século XXI é justamente o fato deles produzirem um conteúdo que é acessível e muito próximo da nossa vida real. E a vida real não é sempre tão cor-de-rosa como a maioria deles querem passar. 

Assim, selecionei cinco vídeos de youtubers (não consegui achar outros, por que será né?) que nos dão uma lição de como as coisas nem sempre são como a gente quer, e apesar do mundo cobrar da gente felicidade em tempo integral, não tem nada de errado em admitir que não está tudo bem. 

1. Beca Brait


A Beca é uma blogueira de Campinas que produz um conteúdo voltado para beleza e estilo de vida. Nesse vídeo, ela fala um pouco sobre o seu divórcio e sobre depressão e dá uma lição de como dar a volta por cima quando a gente chega no fundo do poço. 

2. Karol Pinheiro


Mais do que falar sobre algo ruim que aconteceu com a gente, também é muito difícil falar sobre um defeito que nos prejudica tanto. Ansiedade é algo presente na vida de muitas pessoas, mas poucas entendem a seriedade e a importância de se procurar ajuda quando ela começa a extrapolar. Selecionei esse vídeo porque, além de me identificar com o assunto, a Karol relata com muita leveza a sua experiência como pessoa ansiosa e dá algumas dicas de como controla-la (lembrando que nada anula uma consulta com especialista se você achar que precisa, viu?). 

3. Bruna Vieira



Eu costumava pensar que a Bruna tinha uma vida perfeita. Ela é uma das blogueiras de mais sucesso do Brasil e vive compartilhando os momentos incríveis que o Depois dos Quinze proporciona pra ela. Nesse vídeo, porém, eu conheci um outro lado dela: o lado humano que sente a dor da partida do namorado e que precisa aprender a lidar com mudanças radicais que estão por vir. Tenho vontade de abraça-la e dizer que vai ficar tudo bem, de tão emocionante que é o comecinho desse vídeo. 

4. Niina Secrets

A Niina realmente me impressionou nesse vídeo. A maneira como ela, de fato, abre o coração e conta sobre a sua experiência com depressão mexeu muito comigo e me fez admira-la por ter a coragem de admitir, de forma tão clara, que não estava tudo bem. Além disso, ela fala exatamente o que eu disse no começo desse post: que os youtubers, apesar de terem a vida muito boa, também são seres humanos com problemas e dificuldades. 
 

5. Jout Jout


Jout Jout resume tudo o que eu disse nesse post em um vídeo de 3 minutos e 46 segundos. TÁ TODO MUNDO MAL. Apesar do que dizem as redes sociais, todas as pessoas, sejam youtubers ou não, tem os seus dias ruins e suas batalhas diárias que a gente não conhece. 


Pois é, pessoal: estamos juntos nessa. 
2 de janeiro de 2017

Uma crônica sobre amor e Harry Potter


Como toda fã de Harry Potter, não consigo não assistir os filmes quando eles estão passando na TV. Depois que a gente já praticamente decorou todas as falas e gestos, assistimos pelo simples prazer de voltar a nossa infância e viver todas as aventuras do lado dos personagens que amamos. E também para relembrar todos os ensinamentos que a J.K. quer nos passar. 

Em um dos inúmeros sites que existem em homenagem a saga, li uma vez que em nenhum momento dos livros ou dos filmes as palavras "eu te amo" são pronunciadas. Eu nunca tinha percebido isso, e ao constatar a verdade, comecei a admirar minha escritora favorita mais ainda. J.K. me ensinou o que é amar sem o explícito "eu te amo". 

Amar é estar do lado não importa a situação: seja para torcer pela pessoa em um jogo de Quadribol, seja para ajuda-la a vencer o bruxo mais cruel do mundo. Amar também é não desistir de quem se ama mesmo nos momentos em que a pessoa está dominada pelas energias negativas de uma Horcrux. Amar é perdoar todos os defeitos e aceitar a pessoa de volta quando ela resolve, só por uns minutos, ir embora. Amar é ter força para tirar o Lorde das Trevas de dentro de você porque sabe que existe algo pelo qual vale a pena lutar e resistir.

E amar é marcar e ser marcado, de forma que você e a pessoa estejam ligados para sempre pelo sentimento mais profundo que existe. É levar quem a gente ama nos nossos olhos, nos nossos gestos e nos nossos pensamentos, e fazer dela a nossa força em qualquer situação. 

Mesmo longe, meu amor está comigo em tudo o que eu faço. Nas músicas que eu escuto, nas palavras que eu escrevo, nos meus gestos e na minha forma de falar. Porque quando você se entrega completamente a alguém, ela está em você, e você, nela. E esse tipo de amor é maior do que a distância, do que o tempo e do que tudo que possa tentar separar. É a forma mais forte e pura que existe. 

Obrigada, J.K., por me ensinar isso. E obrigada vida, por me proporcionar a experiência de amar alguém desse jeito. 
31 de dezembro de 2016

Meus desejos para 2017


O nosso desejo mais clássico para o último dia do ano é que o ano novo que está pertinho seja diferente. Diferente, claro, para melhor. Queremos sempre mudanças que nos levem em direção aos nossos sonhos e àquilo que desejamos para nossas vidas. Fazemos nossa listinha de metas, mas esquecemos de puxar uma setinha em cada uma delas com algumas observações sobre o que faremos para atingi-los. Afinal, a gente acha que, na virada do dia 31 de dezembro para o dia 1 de janeiro, o universo vai agir com uma força sobrenatural para realizar tudo o que escrevemos no nosso caderno ou no computador. 


Eu acredito, sim, que a virada do ano é um momento mágico. O mundo todo (ou quase) está reunido com o mesmo desejo de fazer diferente, e mesmo que seja apenas uma mudança de dia como todas as outras, tem toda uma atmosfera de esperança e de energias renovadas.

Ao mesmo tempo, acredito que tudo isso deve ser acompanhado de uma força de vontade de, de fato, ser diferente. Porque as mudanças que queremos realizar na nossa vida, sejam elas quais forem, começam todas no mesmo lugar: dentro de nós. Mudar de casa, ser mais fitness, comer melhor, tentar coisas diferentes e ser menos ansiosa (esse último item está na minha lista por motivos óbvios) são objetivos que só serão cumpridos a partir do momento em que a gente entende que temos que mudar a nossa visão sobre as coisas e ter vontade de concretiza-los. Entender que toda mudança traz coisas incríveis, que ser fitness não é um martírio, que comer melhor é essencial, que sair da nossa zona de conforto é necessário e que ser menos ansiosa não é tão impossível assim nos faz, de fato, riscar com orgulho cada uma das metas que traçamos no dia de hoje. 

Estou finalizando a minha listinha hoje, no último dia de 2016. Mas para o ano de 2017, mais do que realizar cada um dos meus itens, desejo:

1. Que a gente se ame e se valorize mais
Olhem no espelho e fiquem felizes com a imagem que está refletida ali. A cor dos seus olhos é única, seu sorriso é contagiante, seu corte de cabelo encaixa perfeitamente no seu tipo de rosto. Com certeza existem características suas que você ama. Mais do que isso: seja feliz por ser quem você é, com defeitos e tudo. Caminhar para uma versão melhor de nós mesmos também significa aceitar nossa essência, aquilo que não muda. E fique perto de quem também aceita isso e valoriza a sua presença. 

2. Que a gente entenda que gentileza gera gentileza e traz paz para nós
Ser gentil com as pessoas é a arma mais poderosa que temos contra a inveja, a maldade e tudo de ruim que existe por aí. Não existe energia negativa que resista a um carinho, uma compreensão e um respeito, palavras que derivam da gentileza. Muna-se dela e faça-a seu escudo. 

3. Que a gente pare de sofrer pelas mesmas coisas de sempre
Vamos trocar de disco e sofrer por coisas que de fato valem a pena, que devem ser poucas? Quer uma dica? Escreva tudo que te fez mal esse ano, rasgue e jogue fora. É um pequeno simbolismo para a gente lembrar que isso já passou e não deve ser levado para 2017. 
Não que a partir de amanhã você nem pensará mais sobre essas coisas. Mas você vai começar a fazer um esforço muito maior do que antes para não sofrer mais por elas. 

4. Que a gente tenha mais dias bons do que ruins
Todo mundo tem dias tortos, e em 2017 com certeza eles vão existir. Faz parte e ninguém deve ter como meta estar feliz o tempo todo. É humanamente impossível. A meta deve ser tentar sempre que possível olhar o lado bom de cada situação.
Outra dica legal: todo dia, faça uma lista das coisas que te fizeram feliz. No final da semana, você vai ver como a sua vida não é tão sem graça quanto você pensava.

5. Que a gente leve para o ano novo tudo o que nos fez bem em 2016
Não só de mudanças é feito um Ano Novo. Também devemos guardar tudo o que a gente ama e que nos ajudaram a superar as dificuldades e levar para 2017. Afinal, são as luzes que a gente já tem que nos dão força para ir atrás de novas. 

Espero que 2017 seja incrível. Para todos nós. <3

28 de dezembro de 2016

Resenha do filme: Invasão Zumbi


Diretor:
Sang-Ho Yeon
Elenco: Gong Yoo, Yumi Jung, Dong-seok Ma, Eui-Sung Kim
Duração: 1h58min
Classificação pessoal: 4/5
Decidi assistir esse filme, que está passando nos cinemas, por dois motivos: primeiro, eu amo zumbis. Juro que me divirto com a confusão que eles conseguem provocar em poucos minutos. Segundo, porque eu sempre assisto filmes americanos, e uma vez ou outra, brasileiros; estava na hora de dar uma chance para produções orientais. 

Posso dizer que minha primeira experiência assistindo um filme coreano foi fantástica. Apesar da dificuldade maior em entender os diálogos (já que, quando assisto filmes em inglês, não dependo tanto das legendas porque sei a língua), o filme é mais focado na ação do que nas falas. Para falar a verdade, elas são poucas. 

"Invasão Zumbi", como o próprio nome já indica, trata de uma epidemia que começou em uma cidade coreana e rapidamente se espalhou pelo país. Os infectados estavam em vários lugares; até mesmo em um trem de alta velocidade em que se encontrava o empresário Seok-woo e sua filha. Viciado em trabalho e com problemas para se aproximar da criança, Seok cede o seu pedido de leva-la para passar um tempo com a sua mãe. Apesar de já no começo reprovarmos as atitudes do empresário, o filme nos mostra que os pais são capazes de tudo pelo seus filhos: desde trabalhar muito para lhes proporcionar uma vida confortável até dar uma surra em um bando de zumbis. 

O clima tenso começa quando a infectada que entrou no trem faz sua primeira vítima. A partir daí, a luta pela sobrevivência dos demais passageiros, principalmente de Seok, sua filha e alguns aliados que vão fazendo ao longo do filme, nos deixa completamente vidrados na tela e, no meu caso, quase gritando para os personagens pararem de encarar os zumbis e simplesmente correr. No meio de sangue, gritos, desespero e medo, a pequena menina, única criança no meio de adultos medrosos e egoístas, nos dá uma lição de altruísmo e de como em situações como essa não se pode pensar em "cada um por si": é "um por todos e todos por um" para garantir a sobrevivência do maior número possível de seres humanos. Afinal, não cabe a nós dizer quem merece ser salvo ou não. 

Minha única crítica é justamente em relação à tensão que o filme causa. Apesar de ser peça-chave para qualquer filme de zumbi, achei um pouco demais para meu coração fraco. No final, eu quase não conseguia mais assistir, de tanta desgraça que estava acontecendo. 

No mais, só posso dizer que, para uma fã de zumbi, "Invasão Zumbi" é um prato cheio. Os atores são ótimos e as criaturas, medonhas e reais. A combinação de ação, suspense, terror e reflexões sobre as limitações humanas me fez, mais uma vez, refletir o que eu faria nessa situação. 

Talvez eu só correria mesmo. Pernas pra que te quero!