23 de fevereiro de 2015

Borboletas

"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses." - Rubem Alves

Essa frase reflete exatamente como eu ando me sentindo atualmente: uma borboleta novinha que acabou de sair do casulo depois de uma lenta e dolorosa metamorfose. Eu já escrevi aqui (esse post foi o primeiro sobre o assunto) sobre como a dor muitas vezes pode ser um benefício muito grande para nós, se a gente assim permitir: ela nos ensina, nos muda, nos fortalece e nos faz crescer. E o que vem depois dela pode ser muito melhor do que existia antes. Eu, pelo menos, acho que, depois do que eu passei no último semestre de 2014, virei uma pessoa muito mais forte e madura. Aprendi muitas coisas, entre elas, que jamais devemos nos apegar àquilo que não mais nos faz bem. Aprendi que as pessoas podem mudar radicalmente, de uma hora pra outra. Aprendi a não me rebaixar, a me valorizar mais. Enfim, passei pela minha primeira metamorfose mais dolorida, e tenho certeza que muitas outras virão. E que venham. 

4 comentários:

  1. Amei o texto, realmente, as vezes podemos tirar muitos proveitos da dor, só é difícil pensar nisso quando estamos passando por dificuldades né?! Mas depois, percebemos o quanto aprendemos

    beijos

    aestranhanoparaiso.blogspot.com.br
    Instragram: @aline_bianca

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    1. Sim, é muito difícil pensar assim quando estamos sofrendo, mas temos que tentar o máximo possível! :D

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  2. Eu adoro a ideia da metamorfose da borboleta!
    É sim como as dores e provações que passamos!
    Belo texto.
    Beijos, Ana do dia ♥

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    1. Exatamente! Eu também adoro! Muito obrigada ana <3

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