23 de maio de 2015

Sobre eu ser ciumenta

"Sou ciumenta mesmo, e se eu perder o ciúmes, provavelmente perdi o sentimento também."
Sei que estou gostando de alguém quando vejo essa pessoa perto de outra e sinto uma pontada dolorida no coração. Uma pontada que diz: hm, não gostei do que eu vi. E ai, ferrou.
Sou ciumenta mesmo e admito. Sou ciumenta, e todos os que me amam tem que conviver com isso, porque não consigo mudar. Algumas pessoas são minhas e pronto, não quero ter que dividi-las. É simples.
Não gosto de ver quem eu amo perto de pessoas específicas. Normalmente, pessoas com má fama. Ou pessoas que eu sinto que poderiam fazer o meu amor mais feliz do que eu. Isso machuca mais, na verdade.
E é incrível, mas parece que, quanto mais ciumenta você é, mais a galera provoca. Quanto mais a pessoa sente que você não gosta da presença dela perto da outra, mas ela chega perto. Mais brincadeiras ela faz, mais quer te ver doida. Mais ela quer provar que pode fazer quem você ama feliz também, talvez até mais. E às vezes, faz isso sem pensar. Ou assim eu prefiro acreditar. Lembra da história de tentar não ver maldade onde não existe? Então.
Não me orgulho dos meus ataques de ciúmes: eu verdadeiramente viro um monstro. Mas também não acho certo provocação. É tão simples: se eu não gosto de você perto da pessoa que eu amo, fique longe. Aproxime-se quando eu não estiver perto, não ligo, confio no amor da pessoa por mim. Mas, por favor, não provoque.

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