19 de julho de 2015

É tipo a borboleta... - por Júlia Groppo



... começa como uma lagarta perdida, que escorrega por entre folhas e galhos até que encontra um esconderijo em seu casulo, de onde acha que nunca mais vai sair; de onde acha que nunca poderá sair. E então, a vida se mostra tão bela e simples, como um bater de asas, até que ela sai, segura, pra contar pra todos que ela conseguiu e não tem mais medo de começar de novo; não tem medo de voltar a ser a lagarta perdida, pois sabe que uma hora ela se encontra outra vez; ou então, aprende a ser feliz nos desencontros.

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