22 de julho de 2015

Livro da Psicologia: Sigmund Freud

"A pessoa não deve lutar para eliminar seus complexos, mas para entrar em acordo com eles." Sigmund Freud

No começo do ano, comprei o Livro da Psicologia, mas só nessas férias tive tempo de estudá-lo com mais calma. Como esse tema sempre me fascinou, e acredito que a muitas pessoas também, decidi trazer aqui resumidamente os pensamentos de alguns psicólogos famosos, ou mesmo desconhecidos, que eu achei mais interessante e que, de certa forma, me fizeram pensar se de fato a minha mente funciona dessa maneira. E, para começar essa série, nada mais justo do que trazer aqui o senhor Sigmund Freud.


A coisa mais importante para saber sobre esse famoso psiquiatra austríaco é, sem dúvida, o tema da maioria de seus trabalhos: o inconsciente (espaço em que armazenamos todas as nossas memórias). Seu trabalho sobre ele foi pioneiro. Freud distinguiu o inconsciente do consciente, sendo que o primeiro contém dentro dele os domínios do segundo. Tudo o que é consciente esteve em algum momento nas profundezas do inconsciente antes de emergir. Mas, ao mesmo tempo, muito do que é inconsciente, lá permanece, principalmente ideias e memórias poderosas ou dolorosas demais. Podemos reprimir a memória de um trauma de infância, um desejo que julgamos inaceitável ou ideias que de alguma maneira ameaçam nosso bem-estar ou modo de viver. 


O sofrimento emocional é resultado de um conflito inconsciente. A abordagem inovadora utilizada por Freud, que ele chamou de psicanálise, tinha como objetivo livrar o paciente das memórias reprimidas e assim aliviar seu sofrimento mental. Durante o processo de análise, o analista procura abrir espaço para que pensamentos silenciados venham a superfície, seja através de mensagens disfarçadas, seja através de sonhos (dai sua crença de que a interpretação dos sonhos é a principal via de acesso ao inconsciente). 

Por fim, é importante destacar que, segundo o psiquiatra, emoções não digeridas tentam constantemente vir à tona, gerando uma tensão cada vez mais desconfortável e provocando medidas cada vez mais extremas para mantê-las fora do consciente. 

O que podemos tirar de tudo isso: Você pode acreditar ou não nas ideias de Freud, mas uma coisa é certa: reprimir sentimentos nunca é uma boa ideia. Se for pra chorar, chore. Se for pra sofrer, sofra. Se for pra comemorar, comemore. Não tenha medo de seus sentimentos, sejam eles bons ou ruins. Permita-se senti-los em toda a sua plenitude, porque do contrário, eles vão ficar aprisionados e vão te perturbar por muito tempo. 

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