18 de julho de 2016

Quando a maré ruim chegar


A essa altura do campeonato, você já deve ter percebido que a vida é cheia dos famosos altos e baixos. E esses baixos podem vir de algo que aconteceu conosco, ou de algo que nossa cabeça fez o favor de criar. São aqueles pensamentos que nos deixam exaustos psicologicamente, pois ficamos na luta para continuar com a nossa vida mesmo com eles martelando aqui dentro. 

O problema é quando essa maré ruim chega e parece que nunca vai embora. Dá um desespero. Parece que a gente vai afogar nela, parece que nunca mais as coisas vão se ajeitar. Se você está pensando dessa forma, é hora de: respirar fundo. 

Não, respira mesmo. Inspira e expira, foque nisso por um tempo. Muita calma. Nada é tão ruim quanto parece. Quer ver? 

Primeiro passo: começar uma lista. Qual a coisa que mais está te machucando? E a segunda? Escreva. Em um papel, no computador, só coloque em um local que você consiga olha-la fora de você, fora dessa bagunça que está se passando. Olha, desse ângulo, me parece que tudo vai ficar bem. Mas vamos deixar isso de lado por enquanto. 

Vamos partir para a segunda lista: o que você mais ama fazer, e com quem. Tenha um momento SEU. Faça o que VOCÊ gosta. Faça para te lembrar que a vida é muito mais do que momentos ruins, e que ainda existem coisas, por mais simples que sejam, pelas quais vale a pena lutar. Juro que sim. Duvido que você continue pessimista depois de um cineminha. Ou depois de um chocolate. Ou uma noite fora com as pessoas que você gosta. Ou um carinho de quem você ama. 

Terceiro e último passo: procurar soluções. Enfrentar os problemas. Lutar contra os demônios internos. Reunir todas as forças que você tem e pegar aquela lista para começar a apagar os itens. 

A maré ruim vai passar. Mas você tem que trabalhar para isso. 

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