26 de dezembro de 2016

O que 2016 me ensinou


A última semana do ano acabou de começar, e se tem uma coisa que eu gosto tanto quanto traçar minhas metas para 2017 é relembrar e reforçar tudo o que 2016 me ensinou. Dizer que foi um ano de muitos altos e baixos é a mesma coisa de dizer que todo mundo tem dias bons e ruins e que a vida é uma constante batalha em que se pode vencer ou perder. Ou seja: claro que ele seria assim. 

O que difere um ano dos outros são as mudanças que os 365 dias que passaram promoveram dentro de cada um de nós. Tais mudanças são a combinação da intensidade dos momentos bons e ruins com a nossa maturidade para lidar com cada um deles. 

Particularmente, posso dizer que chego perto dos meus 21 anos com a certeza de que sou uma pessoa mais madura do que eu era quando me aproximava dos 20 (ainda bem!). Tudo o que eu vivi esse ano me deu uma visão mais clara de quem eu sou e do que eu quero pra mim, e aumentou minha vontade de sempre caminhar para a minha melhor versão.

Errei comigo mesma e com os outros esse ano? Sim. Mas levo esses erros comigo para nunca mais comete-los. Junto com eles, carrego as seguintes lições:

1. Me comparar aos outros é extremamente exaustivo e não vale a pena. 
No meio das competições diárias que nos são impostas, é muito comum a gente adquirir o vício de nos comparar a outras pessoas. E isso é péssimo. Tanto se sentir melhor com você mesmo(a) porque o outro tem menos, quanto se sentir pior porque ele tem mais não é saudável e prejudica o nosso equilíbrio. O certo é a gente entender que, na nossa vida, a pessoa mais importante e com quem nós realmente precisamos investir tempo e preocupação somos nós mesmos. 

2. Eu consigo lidar com grandes desafios de uma maneira melhor do que eu esperava.
2016 colocou na minha frente obstáculos que eu nunca tinha pulado antes. Eu não fazia ideia da força que eu tinha que ter para não deixar que eles me derrubassem, e muitas vezes não achei que eu fosse conseguir. Mas consegui. Pulei. Segui em frente e pulei de novo. Percebi que eu sou mais forte do que penso, e posso suportar mais do que eu imagino. 

3. Preciso ser menos ansiosa. Pra ontem. 
Claro que ficar pulando obstáculos por aí teve a sua consequência. Minha ansiedade deu uma leve piorada no final desse ano, a ponto de eu quase travar completamente diante dos mais simples desafios. Se antes eu já achava que precisava ser mais calma, agora tenho certeza. 

4. Eu tenho muito a agradecer. 
No meio das dificuldades, a gente acaba dando toda a nossa atenção para elas e esquece daquilo pelo qual devemos ser gratos(as). 2016 me ensinou que a minha força vem justamente de tudo de mais maravilhoso que Deus me deu, que não pode ser deixado de lado. Um ensinamento que, em toda a sua simplicidade, passa despercebido. 

5. Dar a mesma importância para as pessoas que elas dão para mim. 
Mesmo sabendo que não vale a pena, eu ainda sofri durante esse ano por não receber o mesmo carinho e atenção que dava para certas pessoas. O problema é que, quando o assunto é relações pessoais, sou muito "8 ou 80": ou eu dou o melhor de mim para o outro, ou eu não construo uma amizade. Mas esse ano me ensinou que o melhor é saber dosar o quanto de nós a gente deve dar para cada pessoa. Às vezes, isso significa dar menos para quem não move um músculo por você, mesmo nas situações mais simples. 

E você, o que aprendeu esse ano? <3

2 comentários:

  1. A gente sempre acha que a vida dos outros é perfeita e acaba se comparando, também sofro disso as vezes. E no fundo, no fundo, nos sabemos que não é bem assim. A listinha está um amor, Ana! Um grande beijo e feliz ano novooo! <3 <3 <3

    www.blogfeeminices.blogspot.com

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    1. Exatamente Thayná! Não é bem assim e não vale a pena sofrer por fantasiar uma vida perfeita pra outras pessoas!

      Super beijo linda, que seu 2017 seja incrível! <3

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