6 de janeiro de 2017

O maior perigo

"Em meio a essa fase inúmeras vezes eu me sabotei e uma das coisas que eu com convicção afirmo que aprendi, foi que nós somos tão perigosos para nós quando as outras pessoas". - Nayandra

Quando eu digo que a Nayandra, do blog Último Biscoito, é uma das minhas inspirações como escritora, é não só porque temos uma visão de mundo muito parecida, mas porque ela escreve coisas que fazem completo sentido quando eu aplico na minha vida. Semana passada ela postou um texto (esse aqui) em que ela escreveu a frase acima. Na hora, uma luz se acendeu na minha cabeça.

Quantas vezes no ano passado eu também me sabotei e me impedi de ficar feliz por causa de besteiras. Quantas vezes eu deixei que uma simples decepção me impedisse de continuar tentando. Quantas vezes fiquei mal por algo que eu sabia que não tinha porque, mas mesmo assim deixei que minha cabeça argumentasse comigo e me convencesse que sim, eu deveria ficar triste. 

Fiquei me questionando sobre tudo isso e cheguei a conclusão de que o maior perigo para mim mesma não são as outras pessoas, mas sim os meus pensamentos desgovernados que não só criam problemas onde não existem, mas me impedem de aproveitar determinadas situações e de ir atrás daquilo que eu quero. E isso não vai mais acontecer. Controlar uma cabeça que funciona a mil por hora é uma das tarefas mais complicadas que existem, mas não é por isso que eu não posso tentar. Afinal, deixar que ela continue funcionando do jeito que quer vai me fazer reviver todas as coisas que me prejudicaram em 2016.

E está aí uma das minhas metas que eu estou mais disposta a cumprir: não sofrer pelas mesmas coisas de sempre. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário