25 de setembro de 2017

Never grow up


Quando recebo uma notícia boa, dou pulinhos de alegria, falo (meio) alto e fico sorrindo igual boba. Não é preciso muito pra me deixar feliz. Sou apaixonada por filhotes, montanhas-russas e praticamente qualquer coisa rosa. Gostaria que dragões existissem. E unicórnios. Ainda espero receber minha carta de Hogwarts. Não me importaria de ganhar uma coroa bem linda de presente. Na verdade, meu namorado já me deu uma para usar na nossa viagem para a Disney. Falando nisso, sei praticamente todas as músicas e já assisti 99% dos filmes produzidos pelo universo do Mickey. Os parques de Orlando são meu pedacinho de paraíso. Escrevo em um caderno especial (vulgo diário) quando preciso organizar meus pensamentos. Continuo acreditando que existem pessoas boas o suficiente pra compensar as maldades desse mundo. Amo abraços e carinho. Gosto que mexam no meu cabelo. Tenho um crush em livrarias e papelarias. Adoro dançar e cantar (mesmo não sendo boa em nenhuma das duas coisas). Se pudesse, usava vestidos e saias todos os dias. 
Moral da história: tenho 21 anos, mas ainda levo comigo, no meu coração e nas minhas atitudes, a pequena Ana Luísa (em idade, não tamanho), com toda a animação e esperança de uma fase da vida que nunca deveria terminar completamente. Com pitadas generosas de maturidade, força e esperteza que a versão mais velha exige. E, claro, com bem menos ingenuidade. 

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